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segunda-feira, 1 de abril de 2013

Estudo revela que mentir faz mal para saúde

Foram dez semanas de estudo onde cem pessoas ficaram divididas em dois grupos, quem mentiu menos teve melhoras físicas e psicológicas.

Que mentir é pecado todo cristão já sabe, mas que faz mal à saúde nem todos sabiam. Uma pesquisa realizada por psicólogos afirmam que o ato de mentir causa problemas físicos e psicológicos em curto prazo.

Para chegar a essa conclusão os pesquisadores da Universidade de Notre Dame, nos Estados Unidos, analisaram por dez semanas os efeitos da honestidade em uma pessoa.
Foram cem indivíduos analisados com idades entre 18 e 71 anos, os psicólogos dividiram em dois grupos, sendo que metade deles foram instruídos a evitar perguntas que pudessem acarretar em mentiras e a outra metade liberada para enganar.

Semanalmente os responsáveis pelo estudo examinavam os pacientes através de polígrafos e chegaram à conclusão de que o grupo honesto apresentou uma saúde melhor que os mentirosos apresentando em média quatro vezes menos queixas ligadas à saúde mental e três vezes menos reclamações de dores físicas.

A psicóloga que liderou o estudo, Anita Kelly, explicou que a intenção da pesquisa era saber se viver honestamente pode melhorar a saúde já que nos Estados Unidos a média é que cada pessoa minta 11 vezes por semana.

Kelly percebeu que os participantes da equipe honesta conseguiram reduzir o número de mentiras em torno da quinta semana de prática, uma mudança no comportamento que resultou na melhora das relações mais próximas.

Para não mentir muitas pessoas conseguiram contornar perguntas complicadas fazendo outras perguntas e trocando de assunto, em outras condições falar a verdade foi a escolha que fez com que muitos dos participantes evitassem inventar desculpas.

sábado, 16 de março de 2013

Estudos comprovam que casais homossexuais tem mais incidência de violência doméstica



Estudos relatam que os casais homossexuais têm incidência significativamente maior de comportamento violento. Por exemplo, um estudo recente da  Governo canadense declara que "a violência foi duas vezes mais comum entre os casais homossexuais em comparação com heterossexuais casais ".  Segundo o Colégio Americano de pediatras, que citam vários estudos, "a violência entre parceiros homossexuais é 2 a 3 vezes mais comum do que entre casais heterossexuais ". Além disso, o Colégio Americano de Pediatria afirma o seguinte: "parcerias homossexuais são significativamente mais propensas a dissolução do que casamentos heterossexuais com a relação homossexual média tendo a duração de apenas dois ou três anos".

 Em junho de 2004, o Jornal Nursing Clinics of North America relatou o seguinte sobre o homossexualismo e violência doméstica:

Violência doméstica na comunidade gay é pouco comentada pela mídia... 

A violência doméstica com pessoas do mesmo sexo também tem sido relatada em casais em que um ou ambas as pessoas são HIV -positivos. O abuso e violência entre parceiros íntimncluem humilhação, ameaça de divulgar o status HIV, retenção de  terapia  HIV e prejudicar os membros da família ou animais de estimação. ( http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?cmd=Retrieve&db=PubMed&dopt=AbstractPlus&list_uids=15159188
Em 2000, a agenda pró- homossexual The New York Times, em um artigo intitulado Silence Ending About Abuse in Gay Relationships cita algumas informações que podem indicar que a violência doméstica pode ser sub-relatada em relação aos casais que se engajam no homossexualismo. O artigo no The New York Times afirma o seguinte:

Mas a questão da violência doméstica gay foi envolta pelo silêncio até recentemente...

Durante anos, os gays têm tentado manter o silêncio sobre o problema, disse Dave Shannon, coordenador do programa de recuperação de violência no Fenway Community Health, uma clínica de gays e lésbicas, em Boston. 
Shannon disse: "Os homossexuais perguntam 'Por que deveríamos mostrar isso às pessoas? Muitos têm ideias negativas sobre nós e a última coisa que devemos fazer é contribuir para estereótipos negativos sobre nós".

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Estudo revela que pensar na morte aumenta fé de ateus





   O que acontece após a morte deixa até mesmo quem não acredita em Deus com fé, segundo um estudo realizado pela Universidade de Otago, na Nova Zelândia. Diante desse tema os ateus passam a ter menos certeza da não existência de Deus ainda que essa dúvida surja inconscientemente.

   O departamento de psicologia da universidade entrevistou 265 estudantes universitários tanto ateus como religiosos. Eles foram divididos em dois grupos, um escreveu sobre sua própria morte e outros sobre o que viam na TV.
   
   Os estudantes religiosos que escreveram sobre o primeiro tema mostraram ter mais fé em suas crenças que os religiosos que escreverem sobre TV. Testando a forma consciente desses alunos a pesquisa mostrou o contrário em relação aos ateus: o grupo que escreveu sobre a morte se mostrou mais cético que o grupo que escreveu sobre o viam na TV.

   Mas no teste inconsciente o resultado foi alterado, mostrando que os ateus tiveram mais dificuldades para negar a existência de Deus. Para chegar ao inconsciente os pesquisadores mediram a velocidade que os participantes desse estudo apertavam o botão para admitir ou negar a existência de Deus.

   Os ateus, depois que escreveram sobre sua própria morte, apertaram o botão que negava a existência de Deus depois de muito tempo, enquanto que os religiosos afirmavam sua certeza na existência de um ser maior com muito mais rapidez, mostrando que estavam seguros de sua crença.
   
  “O medo da morte é uma experiência quase universal e as crenças religiosas parecem ajudar a lidar com essa ansiedade”, disse o professor Jamin Halberstadt, coautor do estudo que será publicado na próxima edição do Journal of Experimental Social Psychology.

  “Como agora sabemos, essas crenças agem tanto em nível consciente como inconsciente, permitindo que mesmo os autoproclamados ateus façam proveito delas”, disse o pesquisador.
Fonte: Gospel Prime